sábado, 4 de junho de 2011

Soneto Longo

Tu tens uma luz que me seduz,
que reluz a luz, reluzente crente
que a gente sente e mente friamente,
...mas se ama loucamente com a mente quente
que range o dente, geme, gemada
a gema do ovo da empada da bolacha maria errei de soneto,
soweto do belo, bananada de marmelo do pica-pau amarelo,
da dona-benta, marrenta que só ela, aguenta narizinho, aguenta.
A tormenta, tenta, é de menta, sonolenta a Dona-benta.
Tu tens e só tu, vá tomar no coelho o joelho, vermelho,
o cabelo do Manolo.
Pirei na batata, o legume, no cume da montanha do chico.
Chiquinha do chaves, chafuntifórnio, unicórnio que tem chifre chumboso.
Pomposo tudo isso, chegou até aqui,
sagui correndo atrás da maçã da árvore alta na ribalta do teatro da griselda.
Elga, ego, Igor, livro, vidro, nada é tão lírico, causa pânico de tao súbito, respire no teu riso insano, nao me engano com teu plano no teu crânio, bichano, o gato no telhado é preto. Medo. O fim.

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