sábado, 4 de junho de 2011

Soneto dos Conhaques

Minha cabeça dói tanto, amaranto é semente de pão, pai nosso, de cada dia.
A cotia, me consome o seu nome, não reclame, infame.
Vem que tem também em Belém um pastel, mel, céu, véu, sou teu padrinho. Pinho, propaganda descarada subliminar.
...Parar, não sei mais. Impulso pulsos pulsando em meu coração, quanta emoção, reação em cadeia, a banda, creia, veja, sinta, intenso.
Imenso o meu amor, todo amor tem dor, el color de tus ojos es roja falei em espanhol, chuva e sol, casamento de espanhol, e volta o o mel, seu véu, sou teu padrinho, espinhos, é preciso passar.
Caminhar, ar, ar, ar, ar, foi sexual isso, chouriço. Que isso, difícil.
Prolixo, tudo é lixo, coxixo, e coxixo, na dança do machiche iche
iche o sanduíche da Ruth. Iogurte, achei que nao rimaria.
olacha não falarei Maria, mas usaria sim, pois pensei. Eu sei. Errei e consertei na palma da mão não posso rir.
Tem visita aqui, tento dormir mas tem barulho, tenho orgulho e não interajo, eu ajo, sonetos só pra ti, quando vejo escrevo releio o riso ouvidos.
E dói, doi t...anto que mal posso aguentar o mar é tao redondo
, redondo é circular, quatro quadrantes quadrados cada um tem o seu.
Lembrei da dança que cansa balança o balancê eu ri agora, só agora,
fora, vou embora, embora não queira, na beira da praia eu caminho com calor. Que amor, que dor.

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